Wells Fargo nomeia Anthony Giuliano chefe de beleza e bem-estar
O Wells Fargo contratou Anthony Giuliano para liderar a divisão de beleza e bem-estar em sua área de banco de investimento para consumo e varejo.
O banco de investimentos Wells Fargo reforçou sua equipe voltada ao setor de bens de consumo com a contratação de Anthony Giuliano como diretor-gerente e chefe da área de beleza e bem-estar na divisão de banco de investimento para consumo e varejo.
Giuliano junta-se à instituição após atuar como sócio na Perella Weinberg. Anteriormente, ele ocupou cargos executivos na divisão de banco de investimento das instituições Nomura e Barclays. Em sua nova função, responderá diretamente a Vik Bhardwaj, chefe de banco de investimento para consumo e varejo do Wells Fargo.
Ao comentar a nomeação, Bhardwaj afirmou que Giuliano traz uma sólida trajetória no aconselhamento das principais empresas globais de beleza e bem-estar em transações financeiras e transformações de negócios. Giuliano acrescentou que a indústria da beleza passa por uma rápida evolução e que sua meta é disponibilizar toda a estrutura da instituição financeira aos clientes durante essa fase de expansão.
Nas últimas duas décadas, Giuliano assessorou mais de 100 transações no segmento de beleza e bem-estar para grandes corporações, incluindo Estée Lauder, Procter & Gamble, L’Oréal, Shiseido, Henkel, Edgewell, Colgate, Unilever e Coty. As grandes transações no setor acompanham um momento de consolidação no mercado internacional, no qual fusões, aquisições de marcas e opções de endividamento para fundadores de beleza redefinem as estratégias de crescimento de marcas emergentes e consolidadas.
Entre os negócios de maior destaque conduzidos pelo executivo estão a assessoria à Estée Lauder na aquisição da Tom Ford por US$ 2,8 bilhões, a orientação ao grupo KKR na compra da Wella por US$ 4,3 bilhões e a aquisição da Not Your Mother’s Haircare pela Henkel. A atuação em operações dessa escala reflete o apetite contínuo de grandes conglomerados por ativos de alto rendimento, a exemplo de quando a P&G adquiriu a Thorne por US$ 3,8 bilhões para reforçar sua divisão de saúde pessoal.
Conversa
0 comentário